Produção de testes para detectar coronavírus é ampliada no Brasil

Por causa da pandemia do novo coronavírus, laboratórios públicos e privados estão investindo pesado na produção de testes diagnósticos para detectar a Covid-19. A Fiocruz, por meio de Bio-Manguinhos, planeja abastecer todo o setor público do país de testes diagnósticos.

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, nas últimas duas semanas já foram produzidos cerca de 20 mil kits. Até a última sexta (13), o número de testes realizados em todo o país, incluindo suspeitos, confirmados e descartados, era de 2.927.

Estima-se que agora o país já esteja na fase exponencial da epidemia, quando os casos se multiplicam progressivamente. Segundo algumas projeções, em algumas semanas o total de infectados pode ser de
dezenas de milhares de pessoas.

Ainda de acordo com o jornal, a meta é que os testes sejam distribuídos não só para os laboratórios de referência (como o da própria Fiocruz, o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e o Instituto Evandro Chagas, no Pará) mas para
laboratórios públicos de todos os estados da federação.

Para cada teste, o governo paga entre R$ 75 e R$ 100, mas é possível que o custo seja um pouco maior do que isso.

Além do teste convencional, baseado no chamado protocolo de Berlim, a Bio-Manguinhos também desenvolve um outro, baseado num protocolo dos CDC (Centros de Controle de Doenças dos EUA), especificamente para casos que pairam numa zona cinzenta entre o sim e o não na primeira análise.

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