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Publicada em 02 de Agosto de 2011 ás 07:34:15 Share

Processo de privatização dos cartórios baianos divide parlamentares

 Após 26 dias de recesso, os deputados estaduais da Bahia voltaram à Assembleia Legislativa nesta segunda-feira. A volta aos trabalhos não teve mais do que discurso político. Nada foi votado, mas a grande discussão é sobre os projetos de privatização dos cartórios na Bahia. Antes do recesso os deputados prometeram colocar o projeto em votação logo no retorno das atividades. Os parlamentares querem que a privatização seja feita de uma vez só, enquanto o Tribunal de Justiça prefere que seja aos poucos. De acordo com o relator do projeto, uma comissão de parlamentares visitou 13 estados durante o recesso para conhecer os cartórios privatizados e a expectativa é se espelhar nos exemplos que viram. “O mais importante é a contribuição dos cartórios que ganham mais, que têm uma maior arrecadação, que constituem um fundo e esse fundo redistribui os recursos para os pequenos cartórios que não têm a capacidade financeira de funcionar”, explica o Deputado Zé Raimundo, relator do projeto.(G1)

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PGR já recebeu 19 pedidos de 7 países por delações da Odebrecht
As delações premiadas da Odebrecht já motivaram 7 países da América Latina a enviarem à Procuradoria-Geral da República (PGR) um total de 19 pedidos de cooperação internacional. O Ministério Público destes países quer o compartilhamento de informações e provas apresentadas pelos executivos e ex-executivos do grupo para ajudar nas investigações paralelas que conduzem sobre o caso Odebrecht. A Secretaria de Cooperação Internacional da PGR recebeu nove pedidos do Peru, três da Argentina, dois do México, dois da República Dominicana e um da Colômbia, um do Equador e um da Venezuela. Cada pedido se refere a um caso específico ou, ainda, a um complemento em relação a uma solicitação anterior. As solicitações começaram a chegar em janeiro, mês em que o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou as delações dos 78 executivos. O primeiro país a receber da PGR as provas que havia solicitado ao Brasil foi a República Dominicana. A remessa foi feita na quinta-feira passada, 20, após a homologação, dias antes, do acordo de colaboração do Grupo Odebrecht com aquele país. Leia mais no Estadão.
 
Jorge Picciani precisará retirar bexiga e próstata, após descobrir câncer agressivo
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), foi diagnosticado com um câncer muito agressivo e precisará passar por uma cirurgia para a retirada da bexiga e da próstata. O resultado saiu na tarde desta segunda-feira, 24, após um exame de PET Scan oncológico. A informação foi confirmada pelo próprio deputado, em entrevista à radio CBN, na manhã nesta terça-feira, 25. Segundo Picciani, antes de se submeter à cirurgia radical, que tem risco de morte, ele precisará passar por quatro meses de sessões de quimioterapia. Ele afirmou, porém, que não irá se licenciará do cargo, já que as sessões de quimioterapia serão sempre às quintas-feiras, começando por esta do dia 27. “Fazendo a sessão na quinta, tenho sexta, sábado e domingo para me recuperar. Não me licenciarei, voltarei a presidir as sessões das pautas principais, pelo menos às terças-feiras. Continuarei no exercício do mandato até porque é um momento muito difícil para o estado”. “Pretendo dar minha colaboração”, completou. Picciani passou por uma cirurgia para retirar dois tumores de bexiga, um deles muito grande, há duas semanas, após constatar um sangramento. Porém, exames de patologia consideraram o câncer muito agressivo, que demandaram a cirurgia radical.
 
Ponte Salvador - Ilha de Itaparica
(Por Fernanda Dourado) A polêmica construção da ponte Salvador – Ilha de Itaparica foi, diversas vezes, pauta de debate calorosos entre oposição e situação. Mais uma vez na Casa o assunto foi discutido. Desta vez, em uma reunião conjunta entre com o Colegiado Especial da Ferrovia da Integração Oeste Leste e do Porto Sul e de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo. Na reunião, deputados contrários e a favor estiveram presentes para ouvir o vice-governador da Bahia e secretário de Planejamento, João Leão, que apresentou o projeto. A proposta é complexa, de grande porte e que, segundo o vice-governador, vai beneficiar diversas regiões do Estado.
 
Ponte Salvador-Itaparica
(Por Fernanda Dourado) O investimento para a construção da ponte Salvador-Itaparica será aproximadamente R$ 8 bilhões. 20% dos custos serão bancados pelo Governo do estado, que já tem assegurados R$ 1,6 bilhão da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste), sob a forma de financiamento. Outros R$ 400 milhões virão da Caixa Econômica Federal (5%) e o restante, 75% aproximadamente R$ 2 bilhões, serão bancados pela CRBC chinesa- empresa chinesa especializada em obras de grande envergadura. A ponte vai reduzir a distância entre as cidades.
 
Ponte Ilhéus – Pontal;
(Por Fernanda Dourado) Já o deputado estadual, Augusto Castro, fez diversos questionamentos ao vice-governador, dentre eles: quando será a conclusão da ponte Ilhéus – Pontal; quando será feita a duplicação da 415 – que liga Ilhéus a Itabuna e a possibilidade da criação da região sul da Bahia – indicação já apresentada pelo deputado no Parlamento baiano. Para a deputado estadual, Ivana Bastos presidente do Colegiado, a reunião que também discutiu os investimentos para a conclusão das obras da Ferrovia Oeste leste (FIOL) e o Porto Sul de Ilhéus foi proveitosa.
 
Eliseu Padilha recebe alta e volta ao governo no dia 13
O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, deixou o hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, nesta quarta-feira, 8, após ter recebido alta pela equipe médica. Ele foi internado para ser submetido a uma cirurgia na próstata, que ocorreu no último dia 27 e foi bem-sucedida. Segundo o hospital, a previsão era que Padilha recebesse alta na quinta-feira, mas sua liberação foi antecipada para hoje pela equipe médica por ele “apresentar excelente recuperação”. Apesar da alta, Padilha não vai adiantar seu retorno ao governo. Segundo a assessoria de imprensa do ministro, sua volta continua prevista para a próxima segunda-feira, 13, quando termina o período de licença médica. Até lá, ficará em casa, em repouso.
 
Seca na Bahia
(Fernanda Dourado) Em reunião na Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa da Bahia os deputados aprovaram uma reunião conjunta com os Colegiados de Agricultura, meio ambiente, seca e recursos hídricos, e da infraestrutura para discutir a seca no Estado da Bahia. A população da região Nordeste do país está enfrentando a pior estiagem dos últimos 100 anos. Aproximadamente 650 municípios decretaram situação de emergência. Na Bahia, 60 cidades sofrem com a seca. Esta já é considerada a pior seca prolongada registrada na história desde 1910, quando teve início o monitoramento na região. Segundo o ex-secretário de agricultura e deputado estadual, Eduardo Sales, as ações precisam ser imediatas.
 
Nomeação do genro de Trump para a Casa Branca gera debate sobre nepotismo
Jared Kushner, genro do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, será nomeado assessor sênior da Casa Branca. A nomeação ainda não foi oficializada, mas já está provocando um debate sobre a legalidade da medida. Para muitos, o novo emprego do genro de Trump contraria uma lei federal que proíbe o nepotismo, ou seja, a concessão de postos no governo para parentes. Mas o advogado de Kushner, Jamie Gorelick, afirmou que não há barreira legal para que ele sirva como assessor da Casa Branca. Em entrevista à rede de televisão CBS News, Gorelick disse que a lei contra o nepotismo é anterior a outra lei que dá ao presidente norte-americano “poder irrestrito” para contratar quem ele quiser. Além disso, o advogado afirmou que a lei contra o nepotismo só se aplica às agências executivas norte-americanas e não aos postos de trabalho existentes na Casa Branca. Kushner é casado com Ivanka, a filha do presidente eleito. Desde a eleição, ele foi um dos principais assessores da equipe de transição para contatos com governos estrangeiros. Ele já fez contatos com autoridades israelenses e, na semana passada, encontrou-se com o ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Boris Johnson. No plano interno, ele também se reuniu com os líderes do Congresso e ajudou a entrevistar candidatos para trabalhar no gabinete do presidente eleito. Ivanka Trump, que também desempenhou papel importante como assessora de seu pai durante a campanha presidencial, não vai assumir uma posição formal na Casa Branca, informou o gabinete de transição. Ela tem três filhos pequenos e seus planos imediatos estão se concentrando na mudança da família de Nova York para Washington.