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Publicada em 05 de Novembro de 2018 ás 07:26:11 Share

Moro quer integrantes da lava jato no ministério

O juiz Sérgio Moro vai levar para o Ministério da Justiça integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato. O magistrado já avalia nomes ligados à Polícia Federal, que voltará a ficar sob o comando da pasta, e à Receita Federal. Para colocar em prática a promessa de uma “agenda anticorrupção e anticrime”, Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década. Serão R$ 4 798 bilhões em 2019, 47% a mais do que a dotação autorizada para este ano. Ao mesmo tempo, herdará um déficit de pessoal em órgãos como a Polícia Rodoviária Federal. Na quinta-feira passada (1), o magistrado aceitou o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para integrar o futuro governo. Antes da oficialização do seu nome, Moro e Bolsonaro conversaram na sala da casa do deputado na Barra da Tijuca, no Rio. Por meia hora, a discussão teve a participação do economista Paulo Guedes, que vai comandar o novo Ministério da Economia. Depois, por 40 minutos, Bolsonaro e Moro ficaram sozinhos discutindo pontos prioritários do governo. Após o encontro, em coletiva, Bolsonaro disse que eles estavam alinhados: “Chegamos a um acordo de 100% em tudo”. Além de nomes da Polícia Federal e da Receita, o juiz tem afirmado a interlocutores que gostaria de contar com “um ou dois nomes” ligados ao Ministério Público Federal, mas admite que a participação de representantes desse braço da Lava Jato é “mais complicada” porque dependeria de exoneração de cargos. Moro deve começar a analisar a estrutura do ministério assim que a equipe de transição começar a repassar os dados. Na terça-feira (6), ele concede a primeira entrevista coletiva para falar dos seus planos à frente da pasta. Moro vai assumir uma pasta ampliada e com órgãos de combate à corrupção que estão atualmente em outros ministérios, como a PF e parte do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Por conta disso, ganhou também um orçamento mais robusto. Os R$ 4,7 bilhões que terá à disposição dizem respeito apenas a gastos discricionários, ou seja, despesas de custeio e investimento que poderão ser livremente administradas pelo chefe da pasta. Os valores não são comprometidos, por exemplo, com salários de servidores, inscritos na categoria de gasto obrigatório. Mesmo com as severas restrições fiscais que impactam o orçamento federal, o valor disponível em 2019 para Justiça e Segurança Pública será inclusive maior que os R$ 4,693 bilhões do orçamento de 2016, ano no qual os gastos nas áreas foram inflados pela organização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O aumento de recursos para as duas áreas vai na contramão do arrocho no Orçamento do próximo ano. O gasto discricionário total para 2019 terá uma redução de R$ 13,432 bilhões em relação ao volume disponível neste ano. Entre as áreas que terão menos recursos para gastos administrativos e investimentos estão Transportes, Integração Nacional, Cidades, Turismo e Desenvolvimento Social. A diferença é explicada pela atenção maior que o tema da segurança pública ganhou no governo de Michel Temer, que em fevereiro deste ano criou um ministério próprio para a área. Outros órgãos que podem ser incorporados pelo superministério de Moro também terão verba maior no ano que vem. Para 2019, os recursos previstos para a Controladoria-Geral da União (CGU) somarão R$ 110,843 milhões, um crescimento de 16% em relação a este ano e o maior valor desde que o órgão passou a ter orçamento próprio, em 2013.

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Posse de Geraldo Júnior: Maurício Barbosa e Fábio Villas Boas presentes

 

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Os secretários do governador, Rui Costa, também marcaram presença na posse do novo presidente da Câmara, Geraldo Júnior. O secretário de segurança pública, Maurício Barbosa, e o secretário de saúde, Fábio Villas Boas, estavam na disputada cerimônia. O secretário de saúde do estado - que chegou até ter seu nome cogitado para disputar a prefeitura de Salvador - não foi incluído na preferência de Rui Costa para permanecer na pasta. O governador petista afirmou a jornalistas que pelo menos três nomes do atual secretariado estariam garantidos. Os preferidos do governador são: o jornalista André Curvello, responsável pela Comunicação, o do atual titular da Fazenda, Manoel Vitório, e o do chefe da Casa Civil, Bruno Dauster. Ou seja, deixou a entender que os outros podem ser substituídos. 

 
Léo Prates diz que Geraldinho é “engenheiro político”

 

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Em seu discurso de despedida, o ex-presidente da Câmara e deputado estadual eleito, Léo Prates, teceu muitos elogios a Geraldo Júnior, presidente da Câmara, e até o denominou de engenheiro político. “Comunicador nato. Um engenheiro político. A câmara estará em ótimas mãos”, afirmou Prates. Ele também fez um balanço  à frente da Casa ao ressaltar vários feitos, dentre eles, investimento na comunicação da Câmara. Ele ainda disse que levará a experiência do legislativo municipal para o estadual. 

 
Geraldinho também justificou a presença de Maurício Barbosa

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“Muitos vão perguntar aqui por que o secretário de segurança pública do estado, Maurício Barbosa, está aqui. Ele é meu amigo pessoal. Amigo que a vida pública me deu”, afirmou Geraldinho. Apesar de ser um dos nomes respeitados do secretariado, ele também não teve garantia do governador que comandará a pasta. 

 
ACM Neto compareceu antes da cerimônia de posse, mas não participou da solenidade

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O prefeito de Salvador e presidente do nacional do DEM, ACM Neto, não participou da cerimônia de posse do novo presidente da Câmara Municipal, Geraldo Júnior. O demista esteve presente apenas no Salão Nobre para cumprimentar rapidamente o vereador, mas saiu às pressas - já que segundo o próprio presidente da Câmara, o prefeito estava de viagem internacional marcada e precisava correr para o aeroporto. 


 
O Chefe do Legislativo justificou a ausência do prefeito na cerimônia

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O novo chefe do legislativo municipal fez questão de justificar a ausência do prefeito em seu discurso para evitar mais especulações políticas - já que murmurinhos nos bastidores dizem que ele (Geraldo) não era o escolhido do demista para comandar a Câmara, mas conseguiu articular alianças, garantir 41 votos dos 43 vereadores e ter se alavancado como articulador político. “Antes que falem que o prefeito não esteve presente aqui na cerimônia. Aviso que ele me cumprimentou no Salão Nobre, mas teve que sair por que tinha que está no aeroporto para uma viagem internacional”, afirmou - ao querer afastar qualquer tipo de desentendimento político com o prefeito. 

 
Neto tirou férias de 11 dias, mas Bruno Reis não assumirá o comando da prefeitura

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O presidente nacional do DEM e prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), está em férias e retorna a Salvador no dia 13 de janeiro.

Ele viajou para fora do Brasil nesta quarta-feira (2) após cumprimentar o presidente da Câmara, Geraldo Júnior, antes da cerimônia de posse. O vice-prefeito Bruno Reis (DEM) não irá assumir a prefeitura da cidade, já que esse protocolo só é seguido quando o chefe do Executivo passa um período superior a 15 dias fora da cidade. ACM passará 11 dias. 


 
OAB: Geraldinho pede união
Por Fernanda Dourado Além de cumprimentar o presidente da OAB, Fabrício Castro, o novo presidente da Câmara, Geraldo Júnior, fez questão de também exaltar a presença do professor e renomado advogado, Gamil Föppel - que disputou a presidência da OAB e é muito requisitado no meio político. “Quero agradecer a presença do presidente da Ordem, mas quero também agradecer a presença de meu amigo Gamil Föppel - que concorreu a presidência da OAB. Acho que Fabrício e Gamil podem contribuir bastante para OAB”, afirmou.
 
”Nelson Leal agiu com maestria”, afirma Geraldo Júnior

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Chefe do Executivo Municipal, Geraldo Júnior, elogiou a condução da articulação política do futuro presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Nelson Leal, e afirmou que uma das prioridades é aproximar o legislativo municipal do estadual. “O deputado estadual Nelson Leal conduziu com maestria a condução na disputa a Presidência do Parlamento Estadual. Já conversamos e nossa meta é unir forças do Parlamento Municipal e estadual. Todos juntos por Salvador e Bahia”, afirmou o novo presidente da Câmara.