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Publicada em 05 de Janeiro de 2019 ás 07:15:46 Share

‘Uma junção maravilhosa’, descreve Carla Cristina sobre novo trabalho 'Princesa Trança'

Ao ver qualquer notícia sobre Carla Cristina é inevitável associar a artista com o estrondoso sucesso dos anos 2000 “Xibom Bombom”, música que ela tem orgulho de cantar até hoje. No entanto, com o passar dos anos, Carla sentiu a necessidade de estar acompanhando a modernidade da música. Por isso, ela traz para o público o seu novo trabalho, a música “Princesa Trança”. Mas fica a pergunta: O que é princesa trança? Carla teve esse mesmo questionamento. Ao conversar com o compositor da canção, o Rei da Bregadeira de Itabuna Emílio Damasceno, Carla entendeu o significado da expressão. “Essa é uma gíria que está rolando por Itabuna, por Ilhéus, que trança é aquela pessoa que é trançada, tem vários rolos com várias pessoas e se dá bem em todos eles, consegue se sair bem de todas as situações”, disse. Durante o processo de produção, a cantora e o produtor musical Billy Rasec discutiram como Carla poderia apresentar ao público algo que carregasse atualidade, mas que ao mesmo tempo pudesse resgatar suas raízes: “Eu perguntei a Billy Resec de que forma a gente poderia trazer para uma forma mais moderna que pudesse tocar em boates, que possa ser world music, sem fugir da Bahia, que também é world music”. Diante desse desejo, Carla e sua equipe deram espaço para os ritmos modernos e tipicamente baianos. Assim surgiu o trabalho final apresentado no clipe de “Princesa Trança”: “A gente tem a percussão e samba-reggae que é sucesso no mundo inteiro. Então Billy falou: ‘Quero modernizar legal. Quer vir com uma onda diferente?’ Eu disse que queria e colocamos o eletrônico. Mexendo aqui e mexendo ali, eu senti a falta do timbau da Timbalada e a gente colocou o timbau da Timbalada. A gente poderia colocar uma coisa meio reggae, ele falou: ‘Não, vamos para o reggaeton e no refrão pagode, que tal?’ E assim ficou uma junção maravilhosa de quatro ritmos bem bacanas”. E completou: “Eu sou muito raiz, eu sou muito a minha cultura afro baiana, então, disso eu não vou fugir nunca. Se a gente pode trazer novos elementos para acrescentar sem fugir do que é a minha verdade, com certeza eu vou trazer”. Desde a data de lançamento, no dia 14 de dezembro de 2018, Carla vem ganhando bons feedbacks e portas se abrem para o novo projeto não só aqui no Brasil, mas também no exterior. “Tem uma emissora que passa só clipes, que já está conversando com a gente para mandar documentação, a gente já está pegando a autorização para exibir no país inteiro. O pessoal de Portugal já entrou em contato com a gente, para colocar em um canal de músicas. As rádios estão começando a entrar em contato com a gente. O público está adorando, a aceitação está sendo muito bacana e está tendo uma mídia espontânea, que é o mais importante”, comemora. O clipe “Princesa Trança”, gravado na conhecida casa de shows Borracharia, vem com uma pegada moderna também em seu visual. A iluminação apresentada no clipe tem uma mistura de cores vibrantes e o neon que sobressai ao tom da noite soteropolitana. A coreografia, elaborada pelo dançarino Elivan Nascimento, traz a pegada do stiletto que acompanha o ritmo que promete balançar o esqueleto de quem escuta.

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Contrato ViaBahia

(Por Fernanda Dourado)

As denúncias contra a Via Bahia - concessionária responsável pela concessão das BRs 324 e 116 - sempre foram recorrentes na Assembleia Legislativa da Bahia. São 680 quilômetros de rodovias administrados pela empresa, mas parece que extensão é apenas na quilometragem, no tamanho do contrato que totaliza 180 páginas (o documento com o anexo), e, também na duração da concessão de 25 anos. O contrato foi assinado no dia 03/09/2009 e vai até 19/10/2034.

 
Condenação

( Por Fernanda Dourado) 

Em 2018, a concessionária foi condenada após determinação da Justiça Federal a duplicar os subtrechos 15 e 20 da BR-116, a partir do km-735, que vai do sudoeste baiano até a divisa com Minas Gerais. Além disso, a empresa também foi condenada a pagar R$ 5 milhões por danos morais e coletivos por conta do atraso na entrega das obras, que deveria ter sido realizada em setembro do ano passado. Ainda de acordo com a decisão, a concessionária tinha até 6 meses para apresentar os projetos e licenciamentos de execução das obras à Agência.

 
Pedágio foram construídos rapidamente

(Por Fernanda Dourado)  

Em entrevista ao Bahia Repórter, o deputado estadual Tiago Correa - presidente da Comissão de Direito do Consumidor na Casa - afirmou que uma reunião conjunta entre o Colegiado que preside e o da Infraestrutura, comandado pelo deputado estadual Pedro Tavares, receberá nesta terça-feira, (07), às 9 h, o Diretor Presidente da Concessionária, José Bartolomeu, - para questionar a respeito dos atrasos, dentre outros assuntos referentes ao contrato. “Foi dado um ano para a duplicação da BR-116, de Vitória da Conquista até a divisa com Minas Gerais, mas sequer foram apresentados os estudos. Já passaram seis meses! São diversos itens que não estão sendo cumpridos: a duplicação, as vias acessórias, as passarelas, o entorno. Mas as praças de pedágios ficaram prontas rapidinho”, ironizou o deputado estadual Tiago Correia em entrevista ao Bahia Repórter. Outro ponto que o deputado estadual, Tiago Correa, destacou é que um dos tipos de obras de ampliação está condicionado ao volume de tráfego: quando determinado trecho da rodovia atingisse um número estipulado de tráfego diário de veículos, a concessionária teria a obrigação de ampliá-lo. É o caso dos trechos 15 a 20 da BR-116, que totalizam 199 quilômetros de extensão. “Desde 2011 alcançaram o tráfego de 6.500 veículos diários, mas a ampliação não veio e a população sofre com isso”, afirmou o legislador. De acordo com as cláusulas de contrato, a Viabahia começaria as obras, divididas em cinco etapas, a partir de setembro de 2013. A quinta e última etapa deveria ser concluída em setembro de 2017, contudo a obra não foi iniciada.


O Bahia Repórter entrou em contato com a Via Bahia, mas não obteve resposta até o fechamento da matéria.

 
Governo Federal

 (Por Fernanda Dourado) 

 Em 2009, a União concedeu à Viabahia a exploração das rodovias federais BR-116 (entre Feira de Santana e a divisa da Bahia com Minas Gerais) e BR-324 (entre Salvador e Feira de Santana). Em contrapartida, a concessionária tinha a obrigação de executar obras de recuperação, manutenção, conservação e ampliação da capacidade das rodovias, com a remuneração proveniente do pedágio.

 
Ministério dos Transportes

(Por Fernanda Dourado) 

Em 2013, o senador Walter Pinheiro (PT/BA), pediu providências ao ministro dos Transportes, César Borges. Na época, o ministro informou que foi aberto processo contra a concessionária que poderia levar à caducidade do contrato. Preço pedágio - A Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia decidiu questionar judicialmente o novo reajuste nas tarifas dos pedágios das rodovias BR-324, no trecho que liga Salvador a Feira de Santana, e BR-116, no trecho que vai de Feira à divisa com Minas Gerais.

 
Pedágio
(Por Fernanda Dourado) Pedágio - Em 2018, as tarifas dos pedágios da BR-324 e 116 foram reajustadas pela concessionária ViaBahia - que administra as rodovias. Na época, o aumento foi de cerca de 15%, segundo a empresa. O aumento foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em publicação no Diário Oficial da União. Para os automóveis, a tarifa subiu de R$ 4,50 para R$ 5,10 na BR-116 e de R$ 2,50 para R$ 2,90 na BR-324. Os valores do pedágio levam em consideração a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período, com vista à recomposição tarifária. A tarifa gera recursos para a operação das rodovias e, consequentemente, melhorias para os usuários, diz empresa.
 
Pedágio

(Por Fernanda Dourado)

 Pedágio - Em 2018, as tarifas dos pedágios da BR-324 e 116 foram reajustadas pela concessionária ViaBahia - que administra as rodovias. Na época, o aumento foi de cerca de 15%, segundo a empresa. O aumento foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em publicação no Diário Oficial da União. Para os automóveis, a tarifa subiu de R$ 4,50 para R$ 5,10 na BR-116 e de R$ 2,50 para R$ 2,90 na BR-324. Os valores do pedágio levam em consideração a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período, com vista à recomposição tarifária. A tarifa gera recursos para a operação das rodovias e, consequentemente, melhorias para os usuários, diz empresa.

 
Confiança do comércio fica estável em abril, diz FGV

 

 

O Índice de Confiança do Comércio, da Fundação Getulio Vargas (FGV), ficou estável em abril deste ano, em 96,8 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Em médias móveis trimestrais, o indicador recuou 2,3 pontos, segunda queda seguida. Em abril, a confiança caiu em nove dos 13 segmentos pesquisados pela FGV. O Índice de Situação Atual, que avalia a percepção dos empresários do comércio sobre o momento presente, subiu 3,3 pontos, para 92,3 pontos. O Índice de Expectativas, que mede a confiança dos empresários no futuro, recuou 3,2 pontos, ao passar para 101,4 pontos, menor valor desde outubro de 2018 (97,6 pontos). De acordo com o pesquisador da FGV, Rodolpho Tobler, o cenário ainda é de recuperação, mas “esta tende a ser gradual, sob influência dos altos níveis de incerteza e da baixa confiança do consumidor”.