Presidente da comissão especial da reforma administrativa, o deputado Fernando Monteiro (PP-PE) afirmou que a Câmara vai entregar um texto próprio, sem adesão completa às teses do governo. “A ideia do relator [Arthur Maia (DEM-BA)], e ele já falou isso publicamente, é exatamente um texto que seja o debatido na Câmara”, responde, em resposta a pergunta sobre a fidelidade à PEC (proposta de emenda à Constituição) apresentada pela equipe do ministro Paulo Guedes (Economia). “Como digo sempre, o Congresso é soberano”, afirmou. Monteiro disse ainda que o colegiado que analisa o mérito da reforma vai focar a qualidade do serviço público, valorizando o desempenho dos servidores. “A avaliação não é do servidor, tem de ser do serviço.” O presidente da comissão ainda rejeita argumentos baseados em corte de gastos. “Eu acho até uma temeridade querer mexer no serviço público por meio da economia.”

Presidente da comissão especial da reforma administrativa, o deputado Fernando Monteiro (PP-PE) afirmou que a Câmara vai entregar um texto próprio, sem adesão completa às teses do governo.
“A ideia do relator [Arthur Maia (DEM-BA)], e ele já falou isso publicamente, é exatamente um texto que seja o debatido na Câmara”, responde, em resposta a pergunta sobre a fidelidade à PEC (proposta de emenda à Constituição) apresentada pela equipe do ministro Paulo Guedes (Economia).
“Como digo sempre, o Congresso é soberano”, afirmou.
Monteiro disse ainda que o colegiado que analisa o mérito da reforma vai focar a qualidade do serviço público, valorizando o desempenho dos servidores. “A avaliação não é do servidor, tem de ser do serviço.”
O presidente da comissão ainda rejeita argumentos baseados em corte de gastos. “Eu acho até uma temeridade querer mexer no serviço público por meio da economia.”

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