Em 2020, Bolsonaro respondeu por 175 registros de violência contra jornalistas

 

O Relatório da Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil, lançado em janeiro constatou que o ano de 2020 foi o mais violento, desde o começo da década de 1990, quando a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) começou a contabilizar ataques a imprensa. A informação consta no Relatório da Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil, lançado em janeiro.

Para a FENAJ, o aumento da violência está diretamente associado à ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência.

Só o presidente Jair Bolsonaro respondeu por 175 registros de violência contra a categoria (40,89% do total de 428 casos): 145 ataques genéricos e generalizados a veículos de comunicação e a jornalistas, 26 casos de agressões verbais, um de ameaça direta a jornalistas, uma ameaça à Globo e dois ataques à FENAJ.

Nesta segunda-feira ( 26) de Jair Bolsonaro (sem partido) Durante a entrevista coletiva, a repórter da TV Aratu, Driele Veiga, perguntou ao presidente sobre a foto no qual ele aparece ao lado de um cartaz escrito “CPF Cancelado”, termo utilizado por criminosos e milícias armadas. Bolsonaro reagiu chamando a jornalista de “idiota”.

“Você não tem o que perguntar não? Deixa de ser idiota”, disse.

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